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Vários congressistas cubano-americanos celebraram nesta sexta-feira a entrega do Prêmio Nobel da Paz 2025 à oposicionista venezuelana María Corina Machado, destacando sua valentia e compromisso com a democracia na América Latina.
“Hoje celebro um dos momentos mais gratificantes da minha carreira. María Corina Machado ganhou o Prêmio Nobel da Paz, após tê-la nomeado junto com meus irmãos: Marco Rubio, María Elvira Salazar e Mario Díaz-Balart — um momento que nunca esquecerei”, escreveu o congressista Carlos A. Giménez em sua conta no X.
A representante María Elvira Salazar, por sua vez, qualificou Machado como “o Simón Bolívar de nossos tempos” e destacou seu papel como símbolo de luta para todo o continente.
“Hoje o mundo presta homenagem a uma mulher que encarna o espírito de liberdade de todo um continente”, afirmou.
Seu coragem e sua fé inabalável na democracia inspiram milhões de venezuelanos, e a todos que acreditam na liberdade, a nunca desistir. O Prêmio Nobel da Paz reconhece sua luta, mas a verdadeira vitória será ver a Venezuela livre, acrescentou Salazar.
O Comitê Nobel anunciou nesta sexta-feira que o prêmio foi concedido a Machado “por seu incansável trabalho na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano e sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.
No último ano, a dirigente oposicionista foi obrigada a viver na clandestinidade devido a ameaças contra sua vida. Mesmo assim, ela permaneceu na Venezuela, o que foi destacado pelo Comitê como uma demonstração de coragem que inspirou milhões de pessoas dentro e fora do país.
A decisão foi celebrada em diferentes setores políticos dos Estados Unidos, onde Machado mantém o apoio de importantes figuras do Congresso e da comunidade exilada latino-americana.
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