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Sete funcionários do Departamento de Correções da Flórida foram acusados por sua suposta participação na brutal agressão a um detento ocorrida no dia 5 de abril na Dade Correctional Institution, no condado de Miami-Dade.
Segundo as ordens de prisão, a tenente Shentrica Clark, supervisora da Unidade de Atendimento Transicional da prisão, ordenou a outros oficiais que transferissem o interno Christopher Castro, de 30 anos, para seu escritório, citou o meio NBC Miami.
Castro acreditava que a oficial queria falar com ele sobre um incidente ocorrido mais cedo, no qual foi acusado de ameaçar um guarda com uma faca.
Em vez disso, foi levado a uma cela de detenção, onde vários oficiais o agrediram com chutes e socos enquanto estava com as mãos algemadas às costas.
Após a agressão, Castro foi levado de volta à sua cela com hematomas no rosto, sangramento e arranhões visíveis. O recluso solicitou atendimento médico de emergência, mas seu pedido foi negado, de acordo com os documentos judiciais.
No início do turno, Clark não informou a outra tenente sobre o uso da força, mas esta última descobriu as lesões durante suas rondas habituais e ordenou transferir o preso para a unidade médica.
Uma revisão posterior da cela revelou manchas e respingos de sangue, e evidências de que o local havia sido limpo recentemente, o que levou as autoridades a apresentar acusações de manipulação de provas.
Clark enfrenta acusações de manipulação de provas físicas e falta de reporte do uso da força.
Otros três sargentos —Richard Jackson, D’Andre Hill e Freddie Morgan— e dois oficiais —Jordy Calero e Travon Norman— foram acusados de uso de força ou agressão contra um detido, perjúrio e falta de relatório do uso da força.
O capitão Jochen Anglin também enfrenta acusações de perjúrio e omissão de relatar o uso da força.
O caso reacendeu o debate sobre a violência nas prisões da Flórida e a falta de transparência na prestação de contas dos oficiais penitenciários.
Perguntas frequentes sobre a violência nas prisões da Flórida e o atendimento médico em centros de detenção
O que aconteceu na Instituição Correcional de Dade com o recluso Christopher Castro?
Sete oficiais do Departamento de Correções da Flórida foram acusados de agredir brutalmente o detento Christopher Castro enquanto tinha as mãos algemadas nas costas. Após a agressão, Castro foi levado de volta à sua cela com lesões visíveis, e seu pedido de atendimento médico foi inicialmente negado.
Quais são as acusações enfrentadas pelos oficiais envolvidos na agressão a Castro?
Los oficiais enfrentam várias acusações, incluindo manipulação de provas físicas, perjúrio, uso de força ou agressão contra um detido e falta de relatório sobre o uso da força. A tenente Shentrica Clark, que ordenou a transferência de Castro para seu escritório, foi acusada de manipulação de provas e falta de relatório sobre o uso da força.
Quais problemas de atendimento médico foram relatados no Centro de Detenção de Krome?
Negligências médicas e omissões graves foram denunciadas no Centro de Detenção de Krome, com chamadas ao 911 evidenciando a recusa em fornecer atendimento médico urgente aos detidos. Essas denúncias surgem em um contexto de superlotação e condições deploráveis no centro.
Como a comunidade reagiu às denúncias de violência e negligência em prisões e centros de detenção da Flórida?
A comunidade expressou preocupação e críticas em relação à falta de transparência e prestação de contas dos oficiais penitenciários na Flórida. As denúncias de violência e negligência médica acenderam o debate sobre a necessidade de reformas no sistema penitenciário e de detenção do estado.
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