O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o presidente Donald Trump mantém uma política exterior “estratégica e precisa”, distante tanto do isolacionismo quanto do intervencionismo militar.
Durante sua conversa com o apresentador Sean Hannity, da Fox News, Rubio elogiou a abordagem do mandatário republicano, que descreveu como um líder que define com clareza os interesses vitais de seu país e age de forma decidida para protegê-los.
“Trump sabe exatamente o que quer e age para alcançá-lo”, afirmou Rubio, destacando que sua administração não busca envolver os Estados Unidos em conflitos prolongados, mas sim aplicar uma política “seletiva e focada em resultados”.
O chefe da diplomacia americana citou como exemplo a recente operação militar contra as instalações nucleares iranianas, que qualificou como uma demonstração do uso inteligente do poder militar.
Segundo explicou, tratou-se de uma ação pontual, de apenas 24 horas, na qual bombardeiros B-2 partiram do território americano, destruíram os alvos designados e retornaram sem desplegar tropas terrestres nem prolongar o confronto.
“O objetivo era claro: eliminar uma ameaça nuclear antes que se tornasse um perigo real para os Estados Unidos”, ressaltou Rubio. “A missão foi cumprida sem arrastar o país para uma guerra desnecessária.”
O secretário insistiu que a estratégia de Trump se baseia em definir os interesses nacionais, estabelecer um resultado alcançável e agir de maneira limitada e precisa para alcançá-lo.
A seu ver, essa fórmula permitiu reforçar a posição dos Estados Unidos sem os custos humanos ou econômicos de intervenções passadas.
Rubio também defendeu que o recente ataque às instalações iranianas demonstra a capacidade dissuasória do país e a determinação da atual administração em impedir que regimes hostis ameaçam a segurança global.
“É uma demonstração do uso racional do poder”, concluiu. “O presidente age apenas quando é necessário e sempre com um propósito claro: proteger os Estados Unidos.”
Este miércoles, Rubio advirtió que A Venezuela se tornou um santuário para grupos vinculados ao Irã e Hezbollah, o que representa uma ameaça crescente para a região, apoiando a política de pressão de Trump contra o regime de Maduro.
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