O euro registra nesta sexta-feira um novo valor recorde de venda no mercado informal cubano. A moeda europeia sobe um peso e alcança os 437 CUP por unidade, um valor inédito de venda desde que se documentam as oscilações das divisas em Cuba.
No caso do dólar, que ontem atingiu 390 CUP, neste 25 de julho mantém esse valor de venda, segundo o relatório diário de elTOQUE. Não sobe nem desce.
Também sem mudanças a Moeda Livremente Convertível (MLC), que continua avaliada em 220 CUP.
Taxa de câmbio hoje 25/07/2025 - 10:13 a.m. em Cuba:
Tasa de câmbio do dólar USD para CUP segundo elTOQUE: 390 CUP.
Evolução da taxa de câmbio
Tasa de câmbio do euro EUR para CUP segundo elTOQUE: 437 CUP.
Tasa de câmbio do MLC para CUP segundo elTOQUE: 220 CUP.
Equivalência de notas de Dólar Estadunidense (USD) para Peso Cubano (CUP), de acordo com as taxas de câmbio deste 25 de julho:
1 USD = 390 CUP.
5 USD = 1.950 CUP.
10 USD = 3.900 CUP.
20 USD = 7.800 CUP.
50 USD = 19.500 CUP.
100 USD = 39.000 CUP.
Equivalência de bilhetes de Euros (EUR) a Peso Cubano (CUP):
1 EUR = 437 CUP.
5 EUR = 2,185 CUP.
10 EUR = 4.370 CUP.
20 EUR = 8.740 CUP.
50 EUR = 21,850 CUP.
100 EUR = 43.700 CUP.
200 EUR = 87.400 CUP.
500 EUR = 218.500 CUP.
Na semana passada, o primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero Cruz, anunciou diante da Assembleia Nacional do Poder Popular (ANPP) que no segundo semestre de 2025 será implementado um novo “mecanismo de gestão, controle e alocação da divisa”, como parte do chamado “Programa de Governo para corrigir distorções e reimpulsionar a economia”.
Segundo Marrero, o novo modelo incluirá a transformação do mercado cambiário oficial, a consolidação de esquemas de financiamento e a suposta redistribuição mais eficiente das divisas geradas pelas empresas estatais.
Enquanto isso, o mercado informal continua a definir o rumo, o peso cubano vale cada vez menos, e as remessas dos emigrantes são o sustento de milhões de lares.
Os cubanos continuam forçados a comprar dólares na rua para comprar comida, medicamentos ou pagar trâmites migratórios.
Por muito tempo, os especialistas alertaram que qualquer tentativa de reorganizar o sistema de câmbio sem uma política inclusiva tenderá apenas a aprofundar a desigualdade. Sem acesso real a divisas, a população fica presa em uma economia paralela que castiga os mais vulneráveis.
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