Uma pessoa faleceu nesta segunda-feira em um incêndio ocorrido em um apartamento do edifício localizado na Lombillo 792, entre Hidalgo e Estancia, no Conselho Popular Plaza, município Plaza de la Revolução.
Segundo informou no Facebook o Conselho da Administração da Plaza de la Revolución, o sinistro ocorreu no final da manhã e mobilizou imediatamente forças do Corpo de Bombeiros de Cuba e especialistas do Ministério do Interior (Minint), que estão investigando as causas do incêndio.

De acordo com a publicação oficial, no local estiveram presentes autoridades do Partido Comunista de Cuba (PCC), do Governo municipal, representantes da Saúde Pública e da Polícia Nacional Revolucionária (PNR), para coordenar as ações de atendimento e controle.
"Nossas mais sinceras condolências aos familiares e amigos da pessoa falecida", expressou o comunicado do Conselho da Administração.
Os incêndios na capital cubana colocaram novamente em evidência as carências estruturais e a vulnerabilidade de muitos edifícios.
Há poucas semanas, um fogo em um edifício em Centro Habana provocou uma grande mobilização de bombeiros e moradores, que observaram como as chamas consumiam parte do imóvel e obrigavam a evacuar as residências próximas.
Dias depois, as autoridades confirmaram as causas do sinistro em um comunicado onde o Governo local revelou que o incêndio se originou por uma falha elétrica, um problema recorrente nas antigas construções do município, muitas delas em estado precário e com sistemas de fiação obsoletos.
Pouco depois, outro incêndio afetou um hospital de Havana e obrigou à evacuação de pacientes e pessoal médico. Os bombeiros conseguiram controlar o sinistro após várias horas de intenso trabalho, evitando que se espalhasse para outras áreas do centro assistencial.
Ese mesmo dia, um incêndio em depósitos de combustível gerou uma densa coluna de fumaça visível de vários pontos da cidade, despertando preocupação entre os habaneros.
Embora não tenham sido reportadas vítimas, o incidente lembrou a fragilidade da infraestrutura industrial e a falta de protocolos de segurança eficazes.
Arquivado em: