Sandro Castro conta seu plano para organizar os donos de mipymes em Cuba e frear a alta do dólar no mercado negro

Sandro Castro busca organizar os donos de mipymes em Cuba para estabilizar o dólar, criando grupos de WhatsApp e propondo uma taxa de referência. Critica o meio El Toque e o acusa de manipular o mercado.

Sandro Castro (editada com IA)Foto © Instagram Sandro Castro

O empresário e influenciador cubano Sandro Castro anunciou que começará esta semana a organizar os principais proprietários de mipymes em Cuba para tentar estabilizar o preço do dólar, que voltou a disparar no mercado informal.

“Este é um trabalho de imediata. Vou começar a organizar isso ainda esta semana, criando grupos de WhatsApp com os principais proprietários de mipymes, empreendedores, setor privado e filiais estrangeiras. Criaremos uma taxa de referência com um valor do dólar estável”, afirmou.

Instagram Sandro Castro

O neto de Fidel Castro insistiu que o valor do dólar deveria ser de 400 pesos cubanos, tomando como referência a taxa que, segundo ele, o Banco Central de Cuba aplica em hotéis da ilha com uma troca de 370 CUP por USD.

Afirmou que a Cuba estão chegando “doações e turistas” devido à proximidade de dezembro. No entanto, disse que “o banco ainda não tem disponibilidade de dólares nas CADECAS”, o que limita o acesso a divisas por vias oficiais.

Sandro está promovendo há dias uma campanha nas redes contra o meio de comunicação independente El Toque. Neste sábado, ele os acusou de ganhar 128 milhões de dólares em uma operação de recompra de divisas no mercado informal.

Afirmou que a alta do preço do dólar neste fim de semana, após vários dias consecutivos em queda livre, se deve à suposta manipulação do meio independente que publica as taxas do mercado informal. O influencer pediu ao regime que censure essa plataforma por todas as vias possíveis.

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