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A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, foi reconhecida como “Patriota do Ano” na sétima edição dos Fox Nation Patriot Awards, realizada no Tilles Center for the Performing Arts, em Brookville (Nova Iorque).
O prêmio, entregue por Sean Hannity, distingue personalidades cujas ações encarnam o serviço, a coragem e o compromisso cívico; nesta ocasião, ressaltou o trabalho de Trump em defesa da infância e seu empenho em iniciativas para proteger menores e fortalecer programas de acolhimento familiar.
Durante seu discurso, a primeira-dama, natural da Eslovênia, chamou a “celebrar aqueles que se atrevem a pensar diferente” e a “abraçar o espírito da ambição”, mensagem com a qual entrelaçou sua visão de inovação como uma forma de patriotismo.
O reconhecimento chega em um momento em que a primeira-dama ampliou sua agenda nacional e internacional.
La Casa Branca ressaltou conquistas recentes, como a aprovação da lei “TAKE IT DOWN” —voltada para combater a exploração e extorsão online de menores, incluindo imagens não consentidas e deepfakes— e a inclusão de 25 milhões de dólares no orçamento federal para habitação e apoio a jovens que saem do sistema de acolhimento.
Em sua intervenção, Trump defendeu que o “feito pessoal impulsiona o progresso coletivo” e reivindicou o papel dos inovadores que, desde a cultura até a tecnologia, “mudam o mundo com seu talento e esforço”.
No plano internacional, Melania Trump tem promovido ações relacionadas à reunificação de crianças ucranianas com suas famílias no contexto da guerra, e apresentou uma "carta de paz" ao presidente russo Vladímir Putin durante uma cúpula no Alasca.
Segundo o relato apresentado no evento, oito menores conseguiram retornar com seus familiares após negociações diplomáticas que também incluíram uma troca com a primeira-dama da Ucrânia.
O evento da Fox Nation, que a cada ano presta tributo a "heróis e patriotas" anônimos, destacou essa atuação humanitária junto com seu ativismo pelos direitos da infância.
O perfil público da primeira-dama foi ampliado com projetos ligados à inteligência artificial —entre eles, o Desafio Presidencial de IA dos Estados Unidos e uma mesa-redonda na Casa Branca sobre educação em IA—, além de visitas a comunidades afetadas por desastres e o impulso da coalizão “Fostering the Future Together”, voltada à educação e tecnologia para crianças.
Em paralelo, anunciou um audiolivro sobre IA e a produção de um longa-metragem intitulado Melania, centrado nos dias que antecederam sua chegada ao cargo.
“O engenho americano construiu o Vale do Silício, levou o homem à Lua e sustenta cada avanço industrial”, disse ao convocar a “potencializar a imaginação para criar uma sociedade mais próspera”.
A gala —que incorporou novas categorias e prestou uma homenagem póstuma a referências do conservadorismo— reforçou o posicionamento dos Patriot Awards como um evento anual para celebrar a unidade, o serviço e o patriotismo. No encerramento,
Melania Trump instou a “comprometer-se pessoalmente” com a ambição criativa e enfatizou que “a produtividade individual não é egoísta; é o motor da civilização”, síntese com a qual conectou sua agenda de política social a um ideário de inovação e empreendedorismo como vetores do bem comum.
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