Um curto-circuito provocado por um duto elétrico na área do armazém foi a causa do incêndio ocorrido no dia 3 de junho em um estabelecimento da fábrica de vinhos "José Francisco Costa Velázquez", no município de Guanajay, província de Artemisa.
O lugar estava alugado há mais de um ano ao trabalhador por conta própria Héctor Manuel López.
El Mayor Yoan Rodríguez Martínez, Perito em Averías, Explosão e Incêndios e encarregado da investigação, explicou a El Artemiseño que “a fiação do local é da data de sua fundação, assim como o medidor de eletricidade, e que se encontravam em muito más condições”.

Añadiu, além disso, que ambos estavam “perto do dreno, uma matéria muito volátil em caso de incêndio, daí sua rápida propagação”.
Rodríguez Martínez precisou que “o sinistro começou de dentro para fora e afetou a infraestrutura do armazém”.
F foram afetados "196 painéis cameros, cerca de 400 colchões pessoais e cerca de 20 cameros, além de 100 sacos de algodão e todo o equipamento da maquinaria para a fabricação de colchões”.
Presume-se que o incêndio começou às 19h55 de terça-feira (horário local).
Para sufocá-lo, intervieram várias técnicas, entre elas dois autocisternas e outras duas cisternas, conforme detalhou o perito.
Previamente El Artemiseño havia indicado que ao local compareceram forças do Corpo de Bombeiros, unidades do Ministério do Interior, caminhões-pipa, assim como recursos da Aguas Mariel, empresa que opera na Zona Especial de Desenvolvimento do Mariel (ZEDM).
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