Quando o dançarino e cosplayer cubano, conhecido nas redes como Aoshi, tentou ensinar uma chinesa a dançar, certamente não pensou que acabaria se concretizando aquele ditado popular de que o aluno supera o mestre.
“Estou tentando ensinar uma asiática a dançar”, diz em um vídeo em seu Instagram onde mostra como tentava fazer com que a garota seguisse seus passos e movimentos.
A expressão da jovem deixava claro que dançar a distribuição não é tão fácil quanto ela imaginava, mas o bom é que ela nunca desistiu.
Após muitas risadas e trapalhadas, o cubano aparece no vídeo dizendo: “Tentativa 40 ensinando uma chinesa a mexer as pernas”, e parece que a parte mais difícil para a moça era exatamente a de mover as pernas ao ritmo da música.
Lo que Aoshi não esperava é que depois de tantas tentativas e de concretizar uma coreografia, a china tirasse do nada movimentos de arrasar ao ritmo de “Guachineo” que o deixaram muito surpreendido.
“Os chineses fazem tudo o que se propondo”; “Superou o mestre”; “Por isso gosto dos asiáticos, têm um flow duro, asere”; “Aprendeu rápido”; “No final, ela com o Guachineo: nesta eu devoro e devorou”; “Baila melhor que os italianos, eu estou há uns 10 dias tentando que ela dance uma simples canção e não sabem”; “Fechou a chinesa”; “A chinesa realmente passou trabalho para dançar, mas finalmente conseguiu”; “A chinesa se defende”; “Baila melhor que eu”; “Eu acho que ela é a de Cuba e eu a chinesa”; “Como assim uma chinesa dança melhor que eu, que sou cubana?”; “Essa garota é incrível. É preciso vê-la se mexendo com ‘El tubazo’ para declará-la filha ilustre do Guachineo”, comentaram alguns nos comentários, tão impressionados quanto Aoshi com o aprendizado da garota.
Recentemente, os dois protagonizaram uma “batalha” de dança perguntando a seus seguidores o que é melhor: o reparto ou o K-pop.
Perguntas frequentes sobre o baile de reparto e seu impacto cultural
O que é a dança de repartição e por que é popular entre diferentes culturas?
O baile de reparto é um gênero urbano cubano que se caracteriza por ritmos eletrônicos fundidos com influências do reguetón e da timba. Tornou-se popular internacionalmente graças à sua energia e à facilidade com que pessoas de diferentes culturas podem se unir ao ritmo, como tem sido visto em vídeos virais de pessoas de várias nacionalidades aprendendo a dançá-lo.
Como influenciou o bailarino cubano Aoshi na difusão do reparto na China?
Aoshi, um dançarino e cosplayer cubano radicado na China, tem contribuído para a divulgação do reparto ao ensinar e compartilhar vídeos de dança em suas redes sociais. Sua interação com pessoas de outras culturas, como ensinar uma menina chinesa a dançar reparto, gerou interesse, mostrando como este gênero cubano pode conectar pessoas de diferentes partes do mundo.
Qual é o impacto das redes sociais na popularização da distribuição cubana?
As redes sociais têm sido fundamentais para a popularização do reparto cubano, permitindo que vídeos virais cheguem a uma audiência global. Plataformas como TikTok e Instagram facilitam a conexão de pessoas de diferentes culturas através da dança, destacando a capacidade do reparto de quebrar barreiras culturais e geográficas.
Que comentários a garota chinesa recebeu após aprender a dançar com Aoshi?
Após o vídeo em que a garota chinesa aprende a dançar reparto com Aoshi, recebeu numerosos comentários positivos que destacaram sua rápida adaptação e habilidade para aprender os movimentos. Comentários como "superou o mestre" e "dança melhor que eu" refletem a surpresa e admiração dos espectadores por sua performance.
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