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Na sexta-feira passada, 15 de março, celebrou-se um ano do transplante de fígado da menina cubana Amanda Lemus Ortiz no Hospital Universitário La Paz de Madrid, um procedimento que marcou um novo começo para sua vida.
Sua mãe, Mila Ortiz, compartilhou seus sentimentos em uma mensagem emocional nas redes sociais, agradecendo a todos que tornaram possível essa oportunidade para sua filha.

"Hoje é o dia em que você renasceu, minha pequena guerreira. Graças a milhares de pessoas ao redor do mundo, graças a milhares de anjos que lutaram ao seu lado, foi possível realizar a tão desejada cirurgia que salvaria sua vida", expressou Mila, cheia de gratidão.
Já se passou um ano desde que a família de Amanda, apoiada pela solidariedade de muitos cubanos e pelo esforço de ativistas como Yamilka Lafita (conhecida nas redes sociais como Lara Crofs), conseguiu que a menina fosse transferida para a Espanha, onde pôde receber o tratamento especializado que o sistema de saúde cubano não lhe proporcionava.
Graças a uma campanha solidária, Amanda recebeu um visto humanitário e em março de 2024 chegou a Madrid em estado crítico, devido à falta de atendimento adequado em seu país de origem.
O transplante de fígado foi um sucesso absoluto e desde então ele tem demonstrado uma recuperação incrível.
Após um ano de tratamento e outras três intervenções cirúrgicas, a pequena apresenta progressos significativos. Em setembro, começou a sentar-se sozinha, a balbuciar palavras e a dar alguns passos.
A finais de 2024, surgiu uma nova complicação relacionada com a via biliar, o que exigiu uma cirurgia adicional. Apesar dos desafios, segue em frente com uma recuperação exemplar.
Em janeiro deste ano, foi internada novamente no Hospital La Paz para a retirada de um catéter, operação que foi realizada com sucesso e sem complicações maiores. A ativista Lara Crofs compartilhou com alegria a notícia: "Amanda está a mil, comendo e tudo", expressou, destacando a força da menina diante de cada desafio.
A história de Amanda tocou os corações de milhares de pessoas dentro e fora de Cuba, que acompanharam de perto sua evolução. Foi "a menina que devolveu a esperança a muitos cubanos dentro e fora de Cuba", destacou Lara Crofs.
Neste 15 de março, a família de Amanda celebra não apenas um ano de seu transplante, mas um ano de esperança, força e vida.
Mila Ortiz concluiu sua mensagem com um agradecimento emotivo a todos que apoiaram Amanda ao longo deste caminho difícil: "Feliz dia de vida... como diria uma grande amiga, feliz dia de vida para todos".
Perguntas frequentes sobre a recuperação de Amanda Lemus Ortiz
Por que foi importante transferir Amanda Lemus Ortiz para a Espanha para seu tratamento médico?
Amanda Lemus Ortiz precisava urgentemente de um transplante de fígado devido a uma doença hepática grave. No entanto, as limitações do sistema de saúde cubano impediam a realização da operação em Cuba. Isso levou a uma campanha internacional para obter um visto humanitário e transferi-la para a Espanha, onde pôde receber o tratamento médico adequado.
Como tem sido o processo de recuperação da Amanda após seu transplante de fígado na Espanha?
O processo de recuperação de Amanda tem sido complicado, mas progressivo. Após o transplante em março de 2024, houve uma melhora significativa em sua saúde, embora ela tenha enfrentado recaídas e complicações. Ela alcançou marcos importantes, como sentar-se sozinha, balbuciar palavras e andar com apoio.
Que papel a solidariedade internacional desempenhou na recuperação de Amanda?
A solidariedade internacional tem sido crucial para o tratamento de Amanda. Graças a doações e ao apoio de ativistas e da comunidade cubana no exterior, foi financiado seu traslado para a Espanha e seu tratamento médico, demonstrando a importância da ajuda internacional em casos críticos.
Quais desafios Amanda enfrentou antes de receber tratamento na Espanha?
Amanda enfrentou sérias limitações no sistema de saúde cubano, que não conseguiu fornecer o tratamento necessário para sua doença hepática grave. Isso levou sua mãe a pedir ajuda internacional, já que sua saúde se deteriorou significativamente sem o tratamento adequado em Cuba.
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