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A pequena Amanda Lemus Ortiz, cuja história comoveu milhares de pessoas dentro e fora de Cuba, continua a mostrar sinais de recuperação, de acordo com uma recente publicação compartilhada no Facebook pela ativista Yamilka Lafita (Lara Crofs na rede social), uma das figuras-chave na divulgação de seu caso.
"Amanda tem se recuperado a todo vapor. Ela come, está ativa e talvez consiga um passe de final de ano", destacou Lafita, que também prometeu uma "notícia enorme" relacionada com a evolução de Amanda.
A mensagem, que gerou múltiplas reações e comentários de apoio nas redes sociais, reflete o otimismo e a esperança que cercam o caso da menina, após semanas de incerteza e preocupação com seu estado de saúde.
"Seguimos", concluiu o post, como um convite para continuar acompanhando este processo repleto de altos e baixos, mas também de avanços significativos.
Amanda se tornou um símbolo de luta e resiliência em meio a um complexo cenário de saúde em Cuba.
Sua situação mobilizou comunidades dentro e fora do país, que se uniram para oferecer apoio e solidariedade. Ao longo dos últimos meses, sua história tem sido um lembrete da importância da cooperação e do apoio mútuo em tempos difíceis.
Desde os desafios iniciais de seu tratamento até os recentes sinais de melhora, o progresso de Amanda tem sido acompanhado de perto por milhares de pessoas que encontraram em sua história uma razão para acreditar no poder da solidariedade.
A transferência de Amanda para a Espanha foi inicialmente motivada por uma grave doença hepática que exigia um transplante de fígado urgente, uma operação que não podia ser realizada em Cuba devido à falta de recursos médicos especializados, apesar de haver um doador, neste caso, seu pai.
A gravidade de sua condição e a necessidade de um tratamento avançado motivaram familiares, amigos e organizações a organizarem seu traslado, o que incluiu uma intensa campanha de arrecadação de fundos e uma grande mobilização nas redes sociais.
No entanto, uma recente e grave infecção originou a última internação hospitalar da pequena, cujo estado de saúde se deteriorou devido a essa complicação comum em pacientes transplantados, em razão da imunossupressão necessária para evitar a rejeição do órgão.
Essa condição complicou seu estado de saúde e exigiu cuidados intensivos para estabilizá-la, o que gerou preocupação entre seus familiares e a comunidade que acompanha de perto sua recuperação.
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